
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
O LOBO MÍOPE DIZ... BAFETIMBI GOMIS

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Prato do Dia: FRANGO À HÉLTON COM MOLHO DE DESPERDICIO

- O Pablo é tão fraco que o Hulk só podia respirar a, pelo menos, 10 metros de distância. Marcou 3 faltas anedóticas.
- Anulou um golo ao Licha, porque o seu auxiliar teve certeza de um offside que nunca existiu, apesar da convicção dos assalariados da RTP destacados para o jogo. No entanto, a muito custo, lá acabaram por dizer que não havia razão para assinalar a infracção em causa.
- O CR10, o Hulk e o Licha levaram porrada que se fartaram. Sanções disciplinares, nem vê-los!
- O Licha vai a isolar-se e sofre uma entrada duríssima. Play on, disse o gatuno!
- Consequentemente, ficou um vermelho no bolso do Mr. Play on!
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Que curioso... Colchoneros!
Não estranhem a rubrica a uma segunda-feira, teve que ser antecipada um dia porque dentro de poucas horas tenho vôo para Madrid para assistir in loco os próximos tetra-campeões... e o Lamas já me avisou que tenho de fazer equipa para a Champions League, portanto muitas coisas pela frente!A ida a Madrid já não me sai da cabeça há alguns dias, daí não estranhar que uma das curiosidades que me passou pela cabeça recentemente foi o apelido de ‘Colchoneros’ com que os adeptos do Atlético de Madrid são conhecidos.
Vamos recuar um pouco na história do nosso adversário porque vim a descobrir, imaginem só, que nos primeiros anos de vida deste clube a camisola era... azul-e-branca! Bem, o ‘Atleti’ foi fundado a 26 de Abril de 1903 por um grupo de estudantes bascos que residiam em Madrid e funcionou como filial do Athletic de Bilbau. No início do século, estavam em voga as relações comerciais marítimas entre o agora País Basco e a Inglaterra e, talvez, o bom-gosto dos bascos levou-os a optar pelas cores do Blackburn Rovers, ou seja, camisola azul-e-branca e calções azuis. Estas eram as cores dos dois clubes – tanto o Atlético de Madrid como o de Bilbau - ainda filiais naquele período.
Juanito Elorduy, jogador basco e habituado a viajar a Inglaterra por motivos profissionais, ficou encarregue de trazer novos equipamentos para as duas equipas. Aqui, as teorias divergem: uns referem que não encontrou camisolas semelhantes às do Blackburn e no último dia, já em pleno porto de Southampton, decidiu comprar 50 camisolas do clube local; outros mencionam o cariz económico, isto é, Juanito supostamente encontrou tecido listado vermelho-e-branco muito barato pois era produzido em grandes quantidades para o revestimento dos colchões na altura. O que é certo é que as camisolas listadas a vermelho-e-branco começaram a ser usadas pelas duas equipas desde essa altura até agora e a grande diferença está nos calções: os de Bilbau decidiram usar o equipamento igualzinho ao Southampton, talvez pelas relações comerciais que tinham com o porto daquela cidade; os de Madrid, na altura, mais pobrezinhos, tiveram que continuar com os calções azuis do equipamento anterior.
Quanto ao termo ‘Colchoneros’ já lá devem ter chegado, é mesmo por naquela altura (1911) as camisolas listadas a vermelho-e-branco serem muito parecidas com os revestimentos dos colchões!
E esta, hein?!
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Três Pontos

Primeiro é de destacar a sexta vitória consecutiva, fora de casa . Tal desempenho permitiu-nos numa primeira fase recuperar do fatídico mês de Outubro e agora começa a contribuir para que possamos cavar um fosso mais confortável para os adversários directos. Esta é também importante visto que nos permite assistir ao derby da capital do império com algum descanso. Descanso que não conseguimos ter durante um jogo do FCPorto. Mais uma vez, jogamos os 30 minutinhos da praxe. Jesualdo diz a esse propósito que nenhuma equipa aguenta manter a mesma intensidade dos primeiros 30 minutos que apresentamos ontem. Pode ser. Mas o que não podemos é passar de um completo controlo do jogo para um último quarto de hora em que não temos controlo absolutamente nenhum. Julgo até que o azar que temos tido na finalização nos momentos em que controlamos o jogo, tem sido compensado com a sorte que temos tido nas alturas em que damos ao adversário todo o espaço do mundo para jogar. Aconteceu mais uma vez ontem, naquela sucessão de remates de longe (da zona de Fernando). Continua a valer-nos o grande Hulk. Isto na ausência completa de Farias e com os pequenos lampejos de Lisandro que temos tido nos últimos jogos. Tommy não jogou mal mas também não faz esquecer um Lucho a médio gás. Sem Lucho solta-se Meireles e percebe-se que ele também ocupa bem o espaço lá na frente. Mas se temos o incrível a pintar a manta lá na frente, atrás temos uma dupla de centrais que dá garantias. Isto aliado ao crescimento de Cissikho faz-nos ter esperança em jogos um pouco mais tranquilos no futuro. É que já começa a ser desgastante ver um jogo deste FCPorto.
Em segundo lugar, gostaria de falar dos comentários ao jogo de ontem. Já sei que é um tema batido mas nao podemos estar a engolir isto consecutivamente. Tudo começou no fim da primeira parte. Hulk colado à linha de fundo passa a bola pelo defesa que lhe fecha o caminho em claríssima obstrução. Penalti! Não. O alentejano de Ourique Helder Conduto acha aquilo perfeitamente normal. Aliás o Hulk com aquele cabedal nem devia cair... Para a segunda parte estava reservado o melhor, o lance do penalti. Lance polémico segundo se repetiu várias vezes no resto do jogo. Aqui vou, se me permitem , desafiar toda a lógica e confessar que acho aquilo dos penaltis mais claros de que me lembro. Se há lance em que não há dúvidas é uma ceifada. Julgava eu... Afinal é polémico. Mais tarde os comentadores voltariam a atacar. Carlos Carneiro desvia com a mão uma bola que, ou ia para fora, ou em direcção de Helton, e ainda por cima desviou-se em direcção à baliza. Já sei que estou a abusar, mas vou tentar novamente um raciocínio arriscado. Independentemente da intenção, o golo é muito bem anulado noutro lance do mais elementar possível. Errado outra vez. O Conduto se fosse árbitro deixava seguir. Ora aí está mais um hábito irritante deste comentador. não bastava aquela dentia associação entre o futebol e a geografia... O menino gosta de se pôr no papel dos outros para perceber qual é a sua posição. Sugestão: e se te tentasses projectar no papel de jornalista? (os verdadeiros até costumam ser isentos...) Não convém também esquecer de juntar à festa a omissão de uma entrada violentíssima e em voo sobre o tornozelo do Fernando Obama... O que admira é o Freitas Lobo alinhar naquilo...
Vamos ao último ponto. Ricardo Costa veio a público anunciar a decisão que já havia dito que iria tomar, que era a não consideração da decição do tribunal constitucional sobre o caso do presidente do Leiria. Disse ainda que as escutas não foram o elemento fundamental para as suas condenações. Em primeiro lugar é mentira, sobretudo para todos os que, como eu, se deram ao trabalho de ler as decisões. Mas é verdade que não foram só as escutas. Houve também um conveniente depoimento a juntar com cuspe todas as peças soltas. Pena que o cuspe seja de uma testemunha que acaba de ser considerada pelo Tribunal da Relação como pouco ou nada credível. Julgo que tal decisão também será apresentada como facto novo e aí aguardo para ver qual será a aldrabice que Ricardo Costa vai inventar. Ainda por cima é dito no acordão que as escutas foram mal trancritas... Por falar em aldrabice. Há dias vi um pouco do Trio de Ataque. Eu sei, não devia mas aconteceu. A verdade é que me conseguiram surpreender. O cineasta de sotaque provinciano disse mesmo, e com o aprovação do ex-sindicalista do lado, que era uma vergonha esta decisão do tribunal da relação do PORTO. E as maiúsculas não são por acaso. De facto eles chegaram ao desplante de pôr o ênfase no facto de este tribunal se situar na mesma cidade do nosso FCPorto. Mas porque é que é uma vergonha? Porque não decidiu como eles queriam. «Mas a justiça civil não é à vontade do Freguês? Então preferimos a desportiva». Gente esperta esta. Comparam a isenção de um orgão como um Tribunal da Relação a um orgão disciplinar eleito pelos clubes... Nem vale a pena falar do clube que já pensa atacar na secretaria da UEFA, admitindo desde já implícitamente as dificuldades que vai ter em qualificar-se para a Champions...
Equipa para Madrid:
Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Cissokho; Fernando, Raul Meireles, Lucho e Rodriguez; Hulk e Lisandro.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
O Lobo Míope abre o jogo...


- Mourinho – “Parece” fora de hipóteses!
- Queiroz – Também, não deve ser possível!
- Jorge Jesus
– Sei que há muitos portistas que temem que este seja o próximo treinador do F.C. Porto. No entanto, gostaria que pensassem e me dissessem qual foi a última época em que o Jorge Jesus não atingiu, brilhantemente, os objectivos subjacentes à sua contratação para o respectivo clube. Queria que me dissessem quando é que o F. C. Porto fez jogos como o S.C. Braga fez ontem, ou em Milão, desde que o José Mourinho saiu. Trata-se de uma equipa que joga só com um médio defensivo, em que todos os jogadores sabem os espaços que ocupam. É uma equipa que gosta de ter a posse de bola e não deixa os adversários jogarem. Muito francamente, se lhe puséssemos um saco na cabeça e o calássemos, muitos de nós diríamos que era o José Mourinho que treinava o S. C. Braga. Assim, em primeira mão, os meus votos para 2009-10 são o ingresso de Jorge Jesus e os regresso de Rentería e Ibson.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Ich War Da...
Depois de uma derrota muito custosa na Final da Taça de Portugal de 2004, muitos foram aqueles que se aventuram em acampar em frente ao Dragão para obter o bilhete milagroso para assistir à final da Champions desse ano... a reportagem recorda isso mesmo e mostra algumas caras conhecidas do nosso blogue...
Notas...
- Vi a final da Taça com o Prata... pouco tempo depois fomos para o Dragão com o Pis... penso que comemos algo no Mac e depois de marcarmos o nosso nome no caderninho daqueles senhor da reportagem, ainda fomos jogar ISS para casa do Prata (qual PES quais carapuça)... Depois não arriscamos mais... e passamos uma noite mal dormida ao relento no Dragão... Bilhetes nem vê-los, nem previsão de venda... mas o acumular inacreditável de pessoas foi a pressão suficiente para apenas dormimos mais uma noite do Dragão, desta vez já no interior do Estádio e assistir Sportv...
- No dia a seguir, com o bilhete (aquele cartão mágico, recarregável por sinal) na mão, fomos à Abreu e garantimos a viagem...
- Não posso esquecer que, como em tudo, há sempre aquelas mitras que metem-se no meio da confusão e passam à frente de todos... e isso também não faltou... por sinal é nosso amigo e apenas teve de aguentar uma noite já no conforto do Dragão...
- Se há sacrifícios que valem tudo... este foi um deles... permitiu que visse ao vivo aquilo que apenas uma equipa portuguesa conseguiu... a vitória na LIGA DOS CAMPEÕES (não é comparável às Taças de Campeões Europeus antigas, pois os moldes de competição são completamente diferentes)...
- Outros do nosso blogue viajaram, simplesmente, no avião dos Campeões...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Que curioso... El Tecla!
Semana de júbilo para o nosso avançado, e se queremos contar algumas curiosidades sobre este menino há que aproveitar estas oportunidades já que rareiam tanto!Vamos começar por aquelas curiosidades que só o Hélder Conduto sabe: Ernesto António Farías nasceu a 29 de Maio de 1980 em Trenque Lauquen, pequena cidade de 40.000 habitantes a 400 km de Buenos Aires, e estreou-se no Torneo Clausura pelos Estudiantes de La Plata a 10 de Maio de 1998, ou seja, prestes a completar 18 anos. O ponto alto aconteceria no Torneo Apertura de 2003 quando se consagrou o máximo goleador com 12 golos, as boas prestações levaram-no para Itália – Palermo – em 2004, quando já contava com 95 golos ao serviço daquele clube argentino.

Nota - Porque é uma curiosidade e mete futebol: Pedro Ribeiro no programa da manhã na Comercial explicava o porquê de Maicon (do Inter) ter aquele nome. Pelos vistos, o pai era fã dum actor de Hollywood, chegou ao registo e disse o nome (façam pronúncia brasileira, por favor): Michael Douglas.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Tinham pedido um banco forte?
Poderia optar no título pelo o trocadilho fácil com o nome do MVP de ontem e com o verbo fazer. Não poderão esperar essas brejeirices da minha parte. Seria demasiado óbvio e não o Faria. Prefiro antes pegar na questão do banco. Na semana passada muitos foram os que deram uma importância muito grande à falta no banco, sobretudo de opções ofensivas, sobretudo quando comparado com o do Benfica. Eu preferi falar da falta de intensidade que manifestamos a espaços e da fraca gestão de ritmos de jogo que temos tido. É óbvio que é problemático precisar de abanar o jogo numa partida em casa e ter apenas um avançado e um extremo no banco. Pior ainda se forem os patinhos feios dos adeptos. Ora Jesualdo percebeu isso e resolveu fazer a vontade a esses adeptos: «Queriam um bom banco de suplentes? Cá Têm!» Tínhamos um banco com Guarín, Tommy Costa, Lisandro e Rodriguez. Quem dera a muitos. Pena é que o jogo era para ganhar. Pena que o problema maior não seja a falta de banco… Pena sobretudo, que continuemos a jogar durante 30 minutos para depois descansar.
Vá lá que desta fez não faltou a pontinha de sorte que havia faltado nos jogos com o Trofense e Marítimo. Mas foi preciso um golo do adversário para acordarmos. E por essa altura houve uma boa reacção visto que tivemos duas boas oportunidades para marcar o 2-1 antes de o termos concretizado. Mas convém não esquecer que apesar de termos descansado, podíamos tê-lo feito com uma vantagem de 2-0. Não vi na TV e não preciso. Trata-se de um lance tão claro que não será por lances como este que se poderá bradar pela introdução de novas tecnologias no futebol. Tivesse sido validado o golo de Mariano e pouco importaria mais um fogacho de génio daquela loira cachineira no estádio do Dragão. Uso o feminino porque ainda há pouco tempo confessou que falhou em Saragoça como jogador e como homem. Por isso e pela bela permanente que ostenta na cabeça, deduzi que hoje em dia está a tentar vingar como mulher. Percebi também que se trata de uma mulher extremamente promíscua tal era a maneira como apontava para a zona púbica aquando dos festejos do golo.
Vá lá que tudo funcionou como estímulo para que partíssemos para a vitória mas deu toda a ideia que tal não teria sido preciso se não se tivesse poupado tanto. A opção de Farias acabou por correr muito bem visto que está nos 3 golos. Mas o mesmo não poderemos dizer sobre Mariano que, à parte do golo não validado, não fez nada. Ora dado o historial recente nos jogos em casa, valia a pena pôr todas as nossas armas em jogo e como tal, só posso criticar as opções de Jesualdo. Valeu-lhe um Farias a explanar todo o seu futebol, ou seja, uma nulidade completa com o pequeno pormenor de estar nos 3 golos. O seu primeiro é muito bom. Típico de ponta-de-lança a subir lá cima para resolver o jogo. Esperemos que se tenha ganho ali a chave para desbloquear estas coisa complicadas em que se têm tornado os nossos jogos
Para terminar, gostaria de falar sobre o obscuro sistema de venda de bilhetes que há anos vigora no FCPorto. Assim que se soube do sorteio, dois elementos aqui do blog apressaram-se a marcar viagem para Madrid. Boa ideia! Óptima oportunidade para conhecer a cidade e a marcação da viagem a meses de distância permite uma viagem mais em conta através de uma Low Cost. Mas essa era a parte fácil. Difícil seria arranjar bilhete. Pensando nisso resolveram contactar no início do mês de Janeiro responsáveis do FCPorto para saber quando estava prevista a venda dos bilhetes. Tratou-se de um e-mail sem resposta. Mais recentemente insistiram e obtiveram resposta pronta a dizer que já estavam esgotados os 500 bilhetes (Loucura!) que tinham sido postos à venda. Mas já tinham sido postos à venda? Pois… O que vale é que temos sempre disponível uma inflacionada viagem com bilhete através da Agência Cosmos… Que dizer sobre isto? Apenas um lamento: dá a ideia que certos procedimentos no nosso clube não acompanharam a ascensão da equipa a um nível Europeu.
Equipa para Paços de Ferreira (tenho a impressão que Jesualdo vai poupar Hulk):
Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Cissokho; Fernando, Raul Meireles, Lucho e Rodriguez; Hulk e Lisandro.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
O Lobo Míope à caça de pérolas

O outro artista da semana chama-se Alessandro Rosina e joga no Torino, de Itália. Trata-se, indubitavelmente, de mais um grande talento italiano, com apenas 23 anos e que já conta com participações na formação principal da Squadra Azzurra!
Em jeito de conclusão, eu tenho sérias dúvidas na presença de Lucho e Licha no nosso plantel na próxima época e não tenho a mínima dúvida que estes dois elementos seriam excelentes substitutos!
P'ra semana há mais! Aúúúúúúúúú!
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
O Raspanete de Robson...
- O FCP perdeu por duas bolas a zero e ficou quase impossibilitado de chegar ao título...
- Era praí o segundo ou terceiro jogo de Bobby Robson no FCP e foi marcante... seguiram-se dois títulos de campeão nacional que marcaram o início do penta...
- A conferência de imprensa está extraordinária... a energia de Robson... a maneira aberta com que encara os jornalistas... o português de Robson... uma recordação fantástica...
- A cara de João Pinto à beira de Robson também é fantástica... na altura não sabiam focar quem estava a ser entrevistado?
- Discurso esquisito, aquele do Toni...
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Que curioso... Fernando Couto!
Na sequência duma certa ‘pressão positiva’ exercida por um dos basculantes, a curiosidade desta semana vai para Fernando Couto cujo terminus de carreira a muitos passou ao lado e assim, de certa forma, o basculacao.blogspot.com presta a sua homenagem a um carismático jogador do nosso clube que ainda no último Domingo viu o clássico junto de Vítor Baía.Desde já, devemos prestar a devida vénia ao site não oficial www. Fernandocouto.com onde podemos encontrar tudo sobre o ex-jogador e cuja mensagem muito nos diz: Força, talento, raça, integridade, coragem, carisma, humildade. Por tudo isto e muito mais este site é dedicado a Fernando Couto.
Podemos começar pelo palmarés: por entre 8 troféus conquistados com a camisola azul-e-branca, o nosso Fernando conquistou 20 Taças, das quais não nos podemos esquecer do Campeonato do Mundo de Riade, Taças das Taças e até uma Taça Uefa. Aliás, foi Campeão e venceu a Taça em todos os países por onde passou: Portugal, Espanha e Itália.
Recuando um pouco no tempo, Fernando Couto começou nas camadas jovens do Espinho, depois passou pelo Lourosa até ser descoberto pelo nosso clube. Em 87/88, na época que tinhamos o título europeu, foi promovido aos séniores. Por ser pouco utilizado, no ano seguinte foi emprestado ao Famalicão, e em boa hora o fez porque as suas exibições levaram-no a Riade no final dessa época onde viveu um dos momentos mais marcantes da carreira. Apesar de Campeão do Mundo, viria a ser novamente emprestado, desta vez à Académica de Coimbra, e só na época seguinte (90/91) pega de estaca na defesa portista.
Com o grandíssimo Aloísio a seu lado, Couto cresceu muito e em Dezembro de 1990 já se estreava na Selecção A num jogo contra os EUA na Maia que Portugal venceu por 1-0 e, adivinhem lá quem também se estreou nesse jogo... Vítor Baía e Jorge Couto!Quem o conhece diz que é uma pessoa muito tímida e tranquila, nada consentâneo com a atitude dentro do relvado levando muitas vezes a agressividade ao extremo, mesmo a níveis que roçavam a violência mas no fundo só demonstrava de que raça são feitos os verdadeiros jogadores à Porto!
O resto da história já é mais recente: Couto é transferido para o Parma, entretanto vai para o Barça onde encontra Baía, Figo e Mourinho; volta para Itália para a Lazio onde fica por sete épocas até voltar para o Parma em 2005/06 onde acabaria a carreira em 2008 muito perto de fazer 39 anos de idade.
Pelo meio ficam dois fantásticos Campeonatos da Europa, principalmente em 2000 quando fez dupla com o nosso Bicho.
Muitas outras curiosidades ficam por contar deste brilhante jogador mas aqui ficam mais algumas: foi o primeiro jogador português a atingir as 100 internacionalizações, em adolescente queria ser ginecologista (isto só prova que teve uma infância igual a qualquer outro miúdo); ganhou pela Lazio a última Taça das Taças e o capitão Nesta envergou a camisola dele no momento da entrega do troféu porque momentos antes... tinha atirado a camisola para os adeptos; o último jogo que disputou pela Selecção foi na meia-final do Euro-2004 contra a Holanda.
Fernando Couto já prometeu ficar ligado ao futebol mas ainda não se sabe como. Já há uma escola de defesas-centrais no ‘Vitalis Park’?
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Intensidade

Vamos ao jogo. Mais do mesmo. Mais uma entrada forte num jogo em casa, meia hora pressionante e com várias oportunidades de golo, e o resto do jogo a perder gás e a perder o controlo emocional. Mas desta vez com uma agravante. Do outro lado estava uma equipa que apesar de ter passado toda a primeira parte a perder tempo e a tentar ganhar cantos. A certa altura e aproveitando o afrouxar do nosso jogo lá conseguiu dois seguidos e marcou. Nada de alarmante não fosse o facto de todos sabermos que o FCPorto gasta todos os cartuchos na primeira meia hora. Confrimou-se. A partir daí não jogamos nadinha. Futebol atrapalhado e em esforço. Não tivemos o mínimo controlo das operações perante um adversário com uma táctica que não deixa nada a dever à do Trofense... E nisso foram inteligentes dado que é fácil de perceber que não nos damos bem com este tipo de jogo. A meio da segunda parte Jesualdo faz uma substituição interessante e que não tem feito nos últimos jogos. Faz entra Mariano e tira Meireles (eu teria tirado Fernando), passando a jogar num 4-4-2 à inglesa para tentar abrir o jogo. Notaram-se logo diferenças. O problema é que quando chegamos ao golo jogamos como se estívessemos contentes com o resultado, que é uma coisa que me deixa doido! Porque não partir para cima deles? Não faz sentido... Tirar o nosso melhor concretizador de campo, então... Que péssima opção!
Individualmente, gostei dos dois laterais com especial destaque para Fucile. E não é por acaso que destaco este jogador porque intensidade nunca lhe há de faltar. Meteu num bolso o Reyes chegando a relegá-lo para constante trabalho defensivo. Gostei de Helton que esteve bem quando foi chamado a intervir. Gostei também da primeira parte de Lucho e de Meireles e pouco mais. Não gostei de Hulk que se ficou por dois remates perigosos quando se esperava bem mais dele. Lisandro também não esteve inspirado mas é um jogador que dá muito mais trabalho, de tal forma que até conseguiu arrancar o penalti que fez o resultado. Não gostei de Fernando. Aimar teve sempre espaço o que diz tudo sobre o trabalho do nosso trinco. Por último, convém referir que não parece haver penalti no lance de Lisandro. De facto há uma palmada de Yebda no peito mas não parece ser suficiente para a queda. Já o lance sobre Lucho na primeira parte é mais que claro e nunca poderia ser usado contra o jogador o facto de tentar continuar com o lance. Errou o arbitro acabando por compensar o erro da primeira parte. O que mais me irritou, para além daquela falta inacreditável que marcou mesmo no fim do jogo à beira da nossa área, foi o facto de ele não punir convenientemente os avançados do Benfica que constantemente chegavam atrasados na pressão e carregavam os nossos defesas já com a bola bem longe. Aconteceu à minha frente várias vezes.
Mas nem tudo é mau. O Sporting cansou-se tanto ao 'esmagar' os nossos suplentes a meio da semana que saiu derrotado em casa. Tal faz com que continuemos em primeiro com a mesma vantagem mas nunca satisfeitos, perdida que está a oportunidade de começar, desde já, a definir a classificação que acredito que se vai traduzir no Tetra. Mas é preciso pôr mais garra em jogo e aprender com estes precalços.
Equipa para a recepção ao último classificado:
Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Cissokho; Fernando, Raúl Meireles, Lucho e Rodriguez; Lisandro e Hulk.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Prefiro Super Bock…
Tal como já aqui vinha dizendo, a nossa segunda linha está muito longe da primeira. Mas provavelmente, só quando os virmos incluídos numa equipa que inclua alguns dos nossos melhores jogadores ficaremos com uma melhor ideia do seu valor tal como aconteceu com Tommy Costa, Guarín e mais recentemente Mariano e Stepanov. Mas não era esse o objectivo. Esta competição foi encarada como meio para dar minutos aos menos utilizados e isso foi planeado, previamente assumido e executado. Mas esta estratégia não pode nunca implicar desresponsabilização destes jogadores. A goleada em Alvalade tem que lhes ser posta como um exemplo do que não acontece ao FCPorto. Os níveis de exigência são bem mais altos. E se para eles isso não estava claro, ou não têm mentalidade para pertencer ao plantel ou não têm um treinador à altura. Apesar de acreditar nos dois cenários, prefiro atribuir 90% da incidência ao primeiro. Mais que a goleada fica a atitude muito fraca na segunda parte e uma equipa onde apenas Mariano e Tommy Costa assumiam o jogo. Fica também claro porque é que aqueles laterais não são os titulares de equipa.
Ainda assim, tudo isto estava bem disfarçado na primeira parte. Mas estava tudo pronto para que corresse mal. Faltava de respeito do clube pela competição, faltava de entrosamento da equipa, ritmo nalguns jogadores, e havia adversário quase na máxima força (faltava Liedson). Mas mesmo assim foi preciso um empurrãozinho. Pois se o facto de esta competição não significar grande coisa para mim não me impedir de criticar os nossos jogadores, não me pode impedir de criticar mais uma intervenção cirúrgica do árbitro. Para mim há um primeiro penalti duvidoso (Há um supostamente um toque no gémeo do jogador que não tenta jogar a bola e apenas tenta impedir que Pedro Emanuel a jogue) e um segundo, o tal que nos arredou do jogo, é uma invenção incrível e um mergulho para a piscina. Tal simulação de Postiga neste lance deveria merecer o segundo amarelo. Mas mesmo assim, ele voltou a simular uma falta mais tarde e apesar de não se ter marcado falta, não chegou para que fosse mostrado o segundo (terceiro) amarelo. Pequenos pormenores que irritam mas que não me merecem tanta preocupação como a atitude da equipa na segunda parte.
Individualmente apenas gostei de Mariano e de Tomás Costa. De resto chega a ser confrangedor o rendimento de jogadores caros como Farias, Sapunaru e Benitez. É preocupante a queda a pique de dois jogadores como Pedro Emanuel e Tarik. São jogadores com provas dadas e que parecem estar a lutar com a inevitabilidade da degradação física. Os dois jovens acabaram por não ter espaço para mostrar nada tal era o ascendente do adversário na altura em que entraram e fica apenas um bom promenor de Josué numa trivela a lançar o contra-ataque. De Madrid não se esperava que durasse o jogo todo mas esperava-se mais domínio na cabeça da área de onde apareceram muitos remates que Nuno invariavelmente defendeu para frente ou para zonas perigosas. Não acredito neste guarda-redes e não é de agora. Guarín jogou pessimamente como tem vindo a fazer e Stepanov não podia fazer muito mal no meio de tanto desacerto.
Enfim… Não me parece bem criticar tanto os jogadores perante uma competição que não me merece qualquer simpatia mas que é que hei de fazer? Não gosto de perder… O que vale é que Domingo volta a competição mais importante e se eu prefiro Super Bock o FCPorto tem mesmo de se concentrar na Sagres. Exige-se um resultado que deixe clara a diferença entre as duas equipas. Nunca esquecer que, dados os últimos anos, isto transformou-se em muito mais do que uma rivalidade histórica. Mais do que um adversário em campo temos de perceber que temos naquela direcção um inimigo. É assim que eu considero aqueles que ‘por outro lado’ querem pôr em causa tudo o que construímos nos últimos anos. Nem quero pensar que poderá haver a complacência que houve no ano passado…
Equipa para a recepção à equipa que tem a alegria do povo no seu plantel:
Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Cissokho; Fernando, Raul Meireles, Lucho e Rodriguez; Hulk e Lisandro.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Estreias em Alvalade...
Notas:
- O resumo está um bocado ranhoso com os comentários do Miguel Prates no momento em que visualizava as imagens...
- O passe de Barroso para Paulinho Santos no momento que antecede o golo do FCP tem muita qualidade...
- A reacção de Zahovic após o quase melhor golo da noite...
- A equipa do Sporting é mais ao menos aquela que representou Portugal no torneio Indoor de Legends realizado este fim de semana em Moscovo...
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Que curioso... uma coroa de flores para Pepe!


No site brasileiro Trivela.com, o editor pediu ao jornalista Riccardo Joss para escrever sobre o melhor jogador português de todos os tempos. Riccardo perguntou ‘Quem? Eusébio?’, ao que o editor respondeu ‘Eu disse português, não moçambicano’. Riccardo escreveu sobre Pepe.


