terça-feira, 9 de abril de 2019

2019.04.05. Momentos que não aparecem nos resumos...

Jogada típica de Pepe que até acaba com um carinho...

2019.04.05. Momentos que não aparecem nos resumos...

Danilo com passe à Oliver...

2019.04.05. Momentos que não aparecem nos resumos...

Herrera com passe à Oliver...

2019.04.05. Momentos que não aparecem nos resumos...

Soares inspirado, é qualquer coisa!

2019.04.05. Momentos que não aparecem nos resumos...

Desta vez a bola não colou na receção, mas...

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Descanso


Têm sido poucos os jogos em que podemos passar a segunda parte descansados e sem grandes sobressaltos. Assim, é sempre de destacar quando podemos efetivamente descansar no jogo, com bola e preparar uma série de jogos muito complicada, que começa já com um jogo na terça-feira, de dificuldade máxima, em Liverpool. Já sei que os adeptos que foram apoiar a equipa numa sexta-feira chuvosa e fria, mereciam mais golos e mais espectáculo, mas foi o que se arranjou. A equipa sentiu que deveria desacelerar e eu compreendo.

Mais uma vez tivemos um adversário com uma defesa reforçadíssima. Foi uma táctica estranha a que o Boavista apresentou. Além dos 3 centrais, os dois defesas laterais pareciam médios adaptados, com pouca mobilidade e capacidade de chegar à frente. Num meio campo a 4, aparecia apenas um jogador de características defensivas. No entanto, Bueno, Rafa e Índio (mais parece uma boys band dos anos 90), apareceram colados à linha defensiva, deixando um avançado, feito tolo, a correr atrás das bolas lá na frente. Perante mais esta amostra, confesso que o relativo sucesso de Lito Vidigal nestas equipas de meio da tabela, é algo que não consigo explicar. Tem todos os defeitos de treinadores fracos que há muito desapareceram deste campeonato...

Por sua vez, a ausência de Alex Telles trouxe a oportunidade de ver Brahimi a titular. Aliás, tivemos em simultâneo Brahimi, Corona, Otávio e a dupla ofensiva. Algo raro e entusiasmante. Para compensar e para que eu pudesse conter o meu entusiasmo, Oliver nem saiu do banco... Mas não deixou de ser uma boa amostra de como as opções para a titularidade podem revolucionar a nossa forma de jogar. Deste logo uma estatística paradigmática: batemos uma recorde do campeonato de dribles num jogo. Entre Manafá, Corona, Brahimi, Herrera e Otávio, foram inúmeras as vezes que ultrapassámos a defensiva contrária através da técnica individual e velocidade dos nossos jogadores. O primeiro golo até surge de um lance desses. Com esta capacidade de condução de bola, deixámos de ver os irritantes lançamentos directos para os nossos avançados. Não digo que não seja uma forma legítima de atacar. Pelo contrário. Até é algo que os nossos avançados interpretam bem, criando muito perigo. O que interessa aqui é que temos de ter a capacidade de atacar de outra forma e de variar o nosso jogo. Esta capacidade de reter bola até ajudou a que pudéssemos descansar melhor na segunda parte. Só vejo vantagens!

Assim, com esta configuração, o jogo começou por ser interessante. A velocidade alta na condução de bola trouxe várias oportunidades na primeira parte. O resultado era muito escasso no intervalo. O segundo golo acabou por trazer tranquilidade visto que o Boavista, pouco ou nada ameaçou.

Individualmente, dou o MVP a Otávio. Marca o segundo golo e foi o jogador com exibição mais constante ao longo do jogo. Se o jogo terminasse ao intervalo estaria indeciso entre Soares e Brahimi. Soares esteve muito mexido e combinou muito bem com os médios na primeira parte. Na segunda parte desapareceu. Brahimi também iniciou muito bem com as suas arrancadas estonteantes para a baliza. Na segunda parte, caiu muito e pareceu que foi por razões físicas. Os laterais fizeram bem a sua função. Na ausência de oposição para defender, só atacaram e bem. Destaque ainda para a dupla de centrais. Na minha opinião esta é a nossa melhor dupla e julgo que foi a primeira vez que a vimos em acção. O jogo não foi exigente, mas tivemos a tranquilidade que se esperava. Em Portimão terão um teste mais complicado. Destaque negativo para Marega. Muito descoordenado dos colegas. Procurou a profundidade demasiadas vezes, quando a equipa estava a pedir outras coisas. Precisa de um golo urgentemente. Destaque final para os contributos de banco. Maxi e Loum cumpriram, mas Hernâni entrou muito desastrado.

De volta à Champions, apenas desejo que joguem sem complexos e com a pressão única e habitual de estarem a representar um clube bicampeão europeu, nos quartos de final da competição. Só isso...

quinta-feira, 4 de abril de 2019

2019.04.02. Momentos que não aparecem nos resumos...

Manafá faz a mesma finta 3 vezes e passa sempre...

2019.04.04. FC Porto 2-1 Sporting (35 Anos)...

🗓1984.04.04
🆚 Sporting
🏟 Antas
📖 Dragões Diário "Há 35 anos, Jordão colocou o Sporting em vantagem no 1o minuto do jogo de desempate das meias-finais da Taça de Portugal, mas Walsh e Jaime Pacheco marcaram na 2a parte e o FC Porto garantiu a qualificação para o Jamor."

quarta-feira, 3 de abril de 2019

2019.04.02. Momentos que não aparecem nos resumos...

Número de foca no meio campo portista...

Sofrimento sempre!


Este é o mote do nosso FCPorto. Seja em que circunstâncias for. Seja em casa, Seja fora. Seja com os titulares, seja com os suplentes. Adepto do FCPorto não tem jogos descansados nesta época! Já me tinha resignado com o nosso estilo de futebol e com as opções para os titulares. Também já me resignei com este sofrimento. Estou digamos que anestesiado até ao final da época, à espera que os títulos conquistados me venham comprovar que sou um asno por tentar usar a cabeça e tentar perceber como o FCPorto poderia ser melhor do que o que é, desde que Conceição tomou conta da equipa. Até agora os resultados sempre provaram que estava errado e espero que assim continue.

Quanto ao jogo de hoje... Sugiro que se aplique uma amnésia colectiva e selectiva. É melhor...

Apenas uma excepção a este esquecimento generalizado. Convém recordar esta exibição de Fabiano na hora de escolher o titular para a final do Jamor...

terça-feira, 2 de abril de 2019

2019.03.30. Momentos que não aparecem nos resumos...

O novo Corona ainda cola a bola no pé. Mas tem mais critério e mais raça!

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Teste superado


E que teste... Quase sempre atrás do resultado, no campo do terceiro classificado e com a pressão de ter de pôr pressão no Benfica, que jogava mais tarde. Tudo isto naquela que era, teoricamente, a deslocação mais difícil até ao final do campeonato. Mas, se há coisa que não falta a este FCPorto de Conceição, é mentalidade competitiva. Esta mentalidade garantiu estes importantíssimos três pontos. Isso e os penáltis... Também não se pode dizer que não tenhamos treinado bem os penáltis naquele estádio... Que ironia, ter-se decidido assim!

Contámos ainda com um Braga que parecia mais preocupado em não perder do que entusiasmado de entrar na luta pelo título. Podiam ficar a dois pontos do FCPorto... Mas vimos uma equipa confortavelmente colocada junto à sua área e que, quase por milagre, nas poucas vezes que conseguiu subir as linhas de pressão até junto da nossa defesa, fez golo. Isso foi suficiente para Abel dizer que jogou muito bem. Sinceramente não me pareceu. E até fiquei algo apreensivo com o poder atual deste Braga, visto que é uma das deslocações do Benfica neste final de época.  Teoricamente até seria a mais difícil...

Mas pode ser que este seja apenas mais um dos clubes que mudam o seu sistema para defrontar o FCPorto. Aparentemente, pelos onzes iniciais, as duas equipas iam jogar no seu esquema habitual. O Braga com o seu duplo lateral direito, mas com Esgaio mais adiantado. Cedo se percebeu que, na maior parte do tempo, Esgaio era lateral direito e que Goiano fazia de central, apesar de ter metro e meio. Isto poderia ser pelo facto de o Braga ter chegado ao golo na primeira vez que passou do meio campo, mas manteve-se quando empatámos pela primeira e pela segunda vez. O FCPorto, sem Oliver e Brahimi e com o seu característico futebol direto e físico. Repetirei mais uma vez que não me conformo com esta dupla opção. Reparem que sempre que entram a partir do banco, o nosso jogo passa a rodar à volta deles. Isso aconteceu ontem em Braga. Brahimi entrou logo parecia que era a nossa única solução alternativa à de bombear bolas para os avançados. Toda a equipa o procurava. Agora expliquem-me como é que um suplente pode ter tamanho impacto na forma de jogar da equipa e manter-se na condição de suplente por vários jogos e, no caso de Oliver, por vários meses... Queixamo-nos que todos os nossos resultados são difíceis e conseguidos in extremis, mas continuamos a retirar os jogadores mais talentosos à equipa. Já só falta tirar Corona... Sempre admirámos o Conceição porque era um jogador que, graças ao seu coração, empenho e garra, foi muito melhor do que as suas capacidades técnicas faziam antever. Nunca pensei que ele transpusesse isso para as suas equipas, num clube como o FCPorto... Já me resignei porque os resultados, apesar de sofridos, continuam a não ser maus. Mas não me obriguem a dizer que gosto destas opções recorrentes e do futebol que vimos praticando, porque não gosto!

Vamos ao jogo. Duas partes semelhantes: entradas desastrosas em jogo, com erros defensivos infantis, e boa reacção, que devia ter valido a reviravolta na primeira parte e que se concretizou na segunda. Gostei mais da reacção na primeira. Goste-se ou não do nosso esquema de jogo, conseguimos reagir, na primeira parte, de acordo com a nossa forma de jogar. Conseguimos jogar bem com as arrancadas de Marega e aproveitámos bem a confusão que Abel lançou na sua equipa com o esquema de 5 defesas que apresentou. Um bom exemplo é a excelente jogada que termina com o remate de Marega à entrada da área, no final da primeira parte. O problema é que não chegámos ao intervalo a ganhar, algo que merecíamos. Na segunda parte, a reacção foi mais emocional. Brahimi bem tentava pegar no jogo, mas o Braga estava muito recuado e acabámos sempre a despejar para a área, onde apareciam Marega e Soares no meio de uma multidão. Foi na garra! Um bom exemplo foram os penaltis. Foram mais conquistados do que concedidos pelo adversário. Duas boas antecipações, a demonstrar muito querer. No final, sofremos um pouco, devido às substituições muito ofensivas que Conceição teve de fazer e, sobretudo, à falta que Alex faz na defesa. Também não ajudou a tarde de pouca inspiração dos três centrais. Quem diria!

Individualmente, dou o MVP a Corona. Foi o jogador mais constante ao longo dos 100 minutos de jogo. Gostei de Alex e achei que Herrera esteve bem melhor que Danilo. Soares acaba por estar ligado ao resultado mas os golos pareceram excepções. Tal como Marega, não posso dizer que jogaram mal, mas não estiveram muito inspirados na definição. E é isso que se pede a avançados... A entrada de Brahimi não teve um impacto imediato mas foi fundamental para a nossa recuperação. Fernando Andrade deu tudo o que tem, como sempre. O problema é que não parece ter muito para dar além da garra que lhe valeu o penálti decisivo. Acho incrível o rendimento que temos tirado deste jogador apesar das suas limitações. Manafá mostrou claras dificuldades quando precisámos de defender o resultado. O que vale é que não acontece muitas vezes a clubes grandes estarem nessa posição. E daí... Para terminar os três centrais e Iker. Que chorrilho de disparates! Logo no nosso setor teoricamente mais forte e experiente. Que tremideira inexplicável!

Julgávamos que iríamos ter o teste mais difícil do dia, por ser fora, contra um candidato e pelo Benfica jogar em casa com uma equipa do fundo da tabela. Mas já percebemos que jogar em casa não tem sido muito confortável para aqueles lados. Além de terem de andar a arranjar maneiras (reais ou virtuais) de encher mais o estádio, a tremideira tem sido muita. Esperemos que os resultados de quarta-feira e da Liga Europa venham contribuir para essa tremideira. É o que nos resta... Dependemos de outros.