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A mostrar mensagens de Novembro, 2012

Difícil mas saboroso

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Sinceramente estava à espera de melhor. Mas o Braga dificultou muito a nossa tarefa e evitou que pudéssemos apresentar o futebol e o controlo dos últimos jogos. Mas, provavelmente, uma vitória nestas condições poderá empolgar ainda mais a equipa. E cheira-me que na sexta-feira teremos nova vitória no AXA.

O jogo começou bem com duas oportunidades claríssimas. Continuou assim até aos 25 minutos. A aí o Braga recuperou o controlo do jogo de uma forma que ainda não tínhamos visto este ano. Nesse período o nosso meio-campo não conseguiu pegar no jogo e, desta vez, parecia mesmo que estava a tentar. Portanto, mérito do Braga. Na segunda parte o jogo foi mais repartido e longe das balizas. Nesse período só as jogadas de James iam quebrando a lógica do 0-0. No entanto, quando menos se esperava lá apareceu o lance do jogo e o melhor jogador em campo decidiu como só ele sabe e com alguma sorte. Mas a sorte procura-se. Enquanto Peseiro ia reforçando a defensiva, Vitor Pereira meteu mais um ava…

Triple threat

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Noite tranquila no Dragão. Isto apesar do péssimo relvado e dos pequenos sobressaltos a que fomos assistindo. Graças à baixa intensidade que se foi empregando no jogo tivemos uma bola ao poste, outra tirada em cima da linha e um corte in extremis de Otamendi. Isto tudo na primeira parte, mas dava a ideia que, se houvesse contrariedade, facilmente se resolveria. Do outro lado tínhamos Moutinho a abrir o livro. E foi ele que acabou por decidir o jogo com duas assistências e um golo. Mas o que mais impressiona no FCPorto não é a individualidade. É a dinâmica do nosso trio de armadores de jogo. Não consigo identificar se isto tem dedo do treinador ou não, mas até acredito que possa ter, visto que eles já cá estavam no ano passado e não assistíamos nada disto. O que temos visto é um carrossel de passes até à definição em passes de ruptura. Até aqui, tudo normal. A nossa vantagem é que esse momento pode partir de Lucho ou de James ou, como se viu ontem, de Moutinho. Isso já é demasiado par…

Não houve Taça

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Poderão dizer que o resultado é enganador, que não espelha as dificuldades que tivemos ou que até tivemos uma pontinha de sorte. O que vi foi que o FCPorto conseguiu deixar bem vincado o que o separa do Nacional. Controlou o jogo apesar de não ter sido brilhante, ganhou e conseguiu não se desgatar muito. E conseguiu isto apresentando uma equipa que tinha apenas dois dos habituais titulares. É óbvio que tinha jogadores com alguma rotação como Mangala, Defour, Atsu e Miguel Lopes. Ainda assim, foi um onze arriscado, sobretudo depois do que, uma equipa semelhante a esta, apresentou contra aquela pequena equipa de Vizela. Foi no entanto uma aposta ganha.
O jogo começou bem com a equipa a tentar o nosso jogo habitual. Foi conseguindo e o bom início ficou patente na boa jogada desperdiçada escandalosamente por Kleber e sobretudo no grande golo de Lucho. O resto da primeira parte foi dominada pelo FCPorto num ritmo de passeio, apesar de alguns sustos com as entradas descontroladas de Mangal…

Paulo...

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... Não te metas com a gente grande e contenta-te com o teu trabalhinho santo que te permite férias durante 8 meses durante o ano. É que ainda por cima, todos sabemos que, para seres seleccionador, não tens currículo, idade, títulos, provas dadas e consequentemente, falta-te legitimidade. Tens Ronaldo, Moutinho, Pepe, etc., e isso e o facto de não andares a inventar muito, vai-te valendo a ti e a nós. Mas atenção que, ultimamente, nem isso tem chegado...
Defender o indefensável é difícil. Normalmente tem de se recorrer a comparações estranhas com coisas que não têm necessariamente a ver com o caso em questão mas que dão jeito na altura. Ora é preciso saber fazer as coisas e, quando os neurónios escasseiam, a argumentação torna-se triste. E se é assim mais vale estar caladinho e deixar a coisa entrar no esquecimento. Este jogo com o Gabão é ridículo. Todos o sabemos. É dos melhores exemplos de uma prática das Federações que está a lesar os grandes clubes há anos. E isto aplica-se à no…

É possível guardar este relvado?

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Por exemplo, no frigorífico ou em sal? É que no mesmo dia em que anunciam um novo relvado para o Dragão, aparece um novo concerto para o próximo Verão... Vá lá que a qualidade da banda aumentou (gostos não se discutem mas os Coldplay irritam-me). Sendo assim, e se é para estragar mais outro relvado, mais vale replantar o actual uma semana antes...

Serviços mínimos

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Tem sido um título de crónica repetido várias vezes aqui no blog.  Isto usa-se muito naquelas ressacas de jogos europeus em que o FCPorto apresenta uma exibição apenas Q.B. O jogo de ontem foi um desses. Não se jogou muito mal nem muito bem. Jogou-se pouquinho e lento. Sobretudo na primeira parte, altura em que o apagão se notou mais. Mas ainda deu para ver qualquer coisinha que animasse num início de segunda parte mais condizente com as últimas exibições da equipa. Esses poucos minutos valeram pelo resto. Mais velocidade, adversário encostado lá atrás e jogo empolgante. Mas, com o segundo golo, logo se voltou à triste normalidade. Um alívio disparatado e um mini-frango de Helton trouxeram a Académica ao jogo. Injustamente porque, até aí, nada fizeram. Nestes casos, convém valorizar o que foi mesmo importante: os 3 pontinhos. Mas convém que não se repita disto porque os sustos costumam aparecer nestas ocasiões...

Individualmente, gostei de Moutinho. Para mim o MVP. Foi o elemento que…

Objectivo mínimo atingido

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Foi mais um bom jogo do FCPorto. Não ganhámos mas sabemos que, nesta competição, nem sempre é possível. Jogávamos na Ucrânia perante um adversário que necessitava da vitória para não ser eliminado da prova (não estará o matematicamente, mas pouco falta). E o que vimos foi um jogo que apenas não esteve controlado nos primeiros 5 minutos e nos 10 minutos que se seguiram às substituições do adversário. O resto do jogo foi todo nosso. Isto perante uma adversário que precisava de ganhar e que estava perante o seu público. Nada mau e exactamente o contrário que sucedeu na época passada. Foi a grande crítica que se podia apontar a Vitor Pereira; a péssima campanha europeia do ano passado. Pois este ano conseguimos o objectivo no menor número de jogos possível e estamos qualificados à quarta jornada. Pelo que vejo dos outros grupos, nem vale a pena nos preocuparmos muito com o primeiro ou segundo lugar. É jogar o jogo pelo jogo e logo se vê...
Individualmente, gostei dos que deram mais tranq…

Sobreviver à ausência de Hulk e ... ao relvado...

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No primeiro desaire da época (e só foram dois), numa altura em que ainda tínhamos Hulk, Vitor Pereira queixou-se do relvado do Gil Vicente. Mal sabia ele que ainda teria de lidar com a perda de Hulk e com um relvado horrível no Dragão. A perda de Hulk era até mais previsível... Mal sabíamos nós que, para que uns milhares de pessoas pudessem ouvir ao vivo e à chuva a lamechice pegada dos Coldplay, teríamos nós e o Vitor de passar os jogos no Dragão com o coração nas mãos. É que já são demasiadas as lesões no Dragão e acreditar que o fraquíssimo estado do relvado nada tem a ver com isso, é como acreditar no Pai Natal ou nas previsões macroeconómicas do Gaspar... São já 3 titulares que sucumbiram perante as toupeiras do Dragão, e todos na zona da defesa. Quantas equipas aguentam estas contrariedades? Começo a compreender a baixa intensidade empregada pelo Danilo. Ao menos assim não se magoa...
Vamos ao jogo. Bom, agradável e com futebol que a espaços chegou a ser brilhante como na fantá…