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A mostrar mensagens de Março, 2014

Horrível época

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Isto tem sido um carrossel de emoções! Mas são raras as emoções boas... E quando as há, nem temos tempo para euforias, porque vem logo a seguir uma dose de realidade. Depois do jogo de quarta-feira e de uma vitória, curta mas saborosa, tivemos logo uma primeira parte a roçar as que tantas vezes vimos com Paulo Fonseca. Sem chama, com passes errados que chegue e erros defensivos constantes. A segunda parte trouxe uma equipa diferente mas não o suficiente para fazer face às adversidades e aos traumas acumulados. Mas já que estamos neste estado, há que tirar disto a noção de que nos temos de focalizar nos objectivos atingíveis. Julgo que as poupanças de Varela, Mangala e Defour ao intervalo indicam que já havia essa intenção, mas este resultado torna ainda mais premente que o campeonato passe a servir apenas para preparar jogadores para a próxima época e para eventuais entradas em substituição. Há que pôr algum controlo nesta ansiedade dos jogadores. Continuamos a criar mais oportunid

Escasso

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Podia louvar a nossa exibição mas custa-me um pouco falar deste jogo sem falar da desilusão com o resultado. É uma vitória que, a duas mãos, pode ser uma vitória moral (ou leonina...). Vá lá que não sofremos golos e isso também podia ter acontecido. Luís Castro guardou uma surpresa para este jogo. Herrera rendeu Carlos Eduardo e partilhou com Defour a tarefa de pôr pressão na saída de jogo do adversário. Normalmente não gosto de invenções, mas veio-se a provar que se tratou apenas de um troca directa de um jogador que vinha acumulando exibições desinspiradas em jogos de dificuldade elevada. Além disso funcionou. A nossa primeira parte foi de alta intensidade e, pela primeira vez este ano, sentimos que a equipa entrou num clássico para o vencer. E depois houve a humildade de perceber que tínhamos maior possibilidade de chegar à baliza do adversário ganhando a bola lá perto, do que tentar fazê-lo com posse de bola inconsequente. Pena que o acumular de jogos não tenha permitido q

FC Porto 1-0 Benfica (87-88)...

Golo solitário de Rui Barros carimbou passagem para mais uma final em Oeiras...

Trapalhões

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Até poderia ter sido fácil. O Belenenses caminha a passos largos para a segunda liga e nós vínhamos do melhor resultado da época. Mas já aqui o escrevi: nada é fácil para este FCPorto... Podíamos ter marcado mais cedo mas a intranquilidade constante em que os jogadores mergulharam não deixa que se faça melhor. O jogo complicou-se mas começou por ter a aliciante de termos vários jogadores que só agora parecem entrar nas contas: Reyes, Ricardo, Ghilas e o regressado Josué. Mais tarde vimos Quintero e Kelvin. Esperou-se por uma entrada com irreverência mas em vão. Foram 25 minutos de bocejo. Nos restantes 20 da primeira parte foi melhor. Ainda assim pouco. A expulsão poderia ajudar, mas nao ajudou muito. Na segunda parte, com Quintero ao leme, as oportunidades surgiam, mas acabavam todas em trapalhadas e remates a roçar o ridículo... Muito coração e pouquíssima cabeça. E o miúdo teve de ir lá ele resolver. Jogo fraco com vantagem mínima justa, pela falta de inspiração que demon

FC Porto 7-1 Belenenses (87-88)...

O outro calcanhar de Madjer...

Candidatos!

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Calma! Apenas apresentámos candidatura a salvar a época... Grande garra do nosso FCPorto! Eliminámos um dos dois maiores candidatos a vencer a competição. Quem diria, neste estado de coisas... Foi mais uma eliminatória para sofrer e mais uma que se resolveu através da profundidade do jogo de Ghilas. É de facto uma variante de jogo que se tem provado valorosa e isso só torna mais incompreensível que a opção apareça tão tarde na temporada. Sobretudo porque, grande parte das vezes não havia plano alternativo... Outra diferença é que as alterações, que foram introduzida pelo treinador e que mudaram o jogo, foram uma acção e não uma reacção.  Voltemos ao início. O jogo começou com o Nápoles a entrar por todos os lados e com a nossa defesa desfalcada (ou não...) e pouco rotinada. Pelo guarda-redes, não haveria grande preocupação. Mas Reyes e Ricardo deixavam qualquer portista apreensivo. Pelo menos, não jogava Abdoulaye! A verdade é que o cenário, o poder do adversário e a no

Sampdória 0-1 FC Porto (94-95)...

Vitória fantástica em terras transalpinas na primeira mão dos quartos de final da antiga Taças das Taças... esta Samp tinha estado poucos anos anos numa final de Champions memorável com o Barcelona em Wembley com um famoso livre de Ronald Koeman que deu a primeira Taça dos Campeões Europeus à equipa catalã... o 10, era um tal de Roberto Mancini e ainda contavam com o especialista em bolas paradas Sinisa Mihajlovic... Rui Barros fez um grande jogo... Agora o golo de Yuran com os comentários em directo...

O choro e a mama

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Passámos a semana a ouvir o choro do costume pelos chorões do costume. Como todos os portistas, tenho dificuldade em associar a nossa fama ao proveito. O mesmo não poderei dizer em relação ao choro e à mama. A uma semana de choro correspondeu um docinho no fim de semana. Enfim, uma verdadeira amostra da grandiosa 'revolução' em curso no futebol português... Mas o choro, a mama e o andor não são causas únicas para esta época, que se está a tornar trágica. Há muito tiro no pé. Dificilmente poderíamos reclamar da conveniente exibição do ás do apito se tivéssemos sido competentes no objectivo máximo do jogo: o golo. E já agora se tivéssemos apresentado uma resposta ao golo sofrido com a garra que nos define como clube. Mas os erros próprios são para atacar internamente. Tal não implica que se feche os olhos e não se reaja a esta aliança de mediocridade que se desenha. Quero um FCPorto de reacção! Aguardo pela resposta. Quanto ao jogo. Fomos melhores na primeir

Melhor

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Não será caso para grandes euforias, mas parece que o 'chicote' fez algum efeito! Pouco se tinha notado no jogo com o Arouca, mas hoje já se viu qualquer 'coisinha'. As trapalhadas não desapareceram e continuamos a ter uma equipa capaz de sofrer três golos em 5 minutos, tal como podia ter acontecido no início da segunda parte. Se tivéssemos sofrido um golo que fosse, nessa altura, poderia estar neste momento a fazer outra crónica, visto que ainda não estamos curados em termos anímicos. Mas houve sinais positivos. Não tivemos receio de mandar no jogo perante um adversário mais forte e podíamos ter marcado mais golos, não fosse a grande precipitação dos nossos jogadores no último passe ou no remate. Outro fenómeno foi o facto de termos ensaiado um posicionamento do meio-campo diferente. Viu-se muito mais do que no Domingo. Reparem que Defour já parece melhor porque faz o que tem de melhor: joga em alta rotação e morde os calcanhares dos adversários em

Descubra as diferenças

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Já aqui disse que não sou grande adepto desta solução de mudança encontrada. Temos um treinador que pode ser interino se correr mal e que pode ser definitivo se correr muito bem. Gostava que se definisse que precisamos de um planeamento melhor da próxima época e, nesta situação de limbo, não vai ser Luís Castro a fazê-lo. Pelo menos não tem grandes condições para isso.  Na ressaca da troca de treinador, importava perceber se haveria alguma evolução. Convenhamos que que seria difícil apresentarmos um esquema diferente e um alto rendimento, depois de um ou dois treinos. Esperava-se antes uma transformação anímica e no empenho demonstrado. Quanto a isso, lamento, mas não posso tirar grandes conclusões. De facto, entrámos bem no jogo e marcámos cedo. No entanto, voltámos a apresentar o comportamento bipolar. O fim da primeira parte e o início da segunda foram um claro seguimento do que víamos com Paulo Fonseca: nervosismo, confusão, erros defensivos e poucas oportunidades de golo d

A Chegada do Sir...

... o primeiro treino de Bobby Robson no desaparecido campo n.º 2 das Antas!

Até Sempre...

... mas em 1994 a mensagem foi transmitida ao croata Tomislav Ivic!

Interino?

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Paulo, chegou o momento da separação mas julgo que, apesar de te termos confiado um trabalho difícil, todos podemos concluir que ainda não estavas preparado. Assim, continuaremos 'amigos como dantes', e desejo-te o melhor para tua carreira desportiva, desde que não colida com os interesses do meu FCPorto. A decisão vem tarde. Os resultados provam-no. No entanto, gostaria que me fosse esclarecido pela Administração  se a solução do treinador interino é para manter até ao final da época ou se estamos à procura de um novo treinador. É que não concordo com a primeira opção. Já chega de experimentalismo este ano! Acho que deveremos contratar um treinador que prepare convenientemente a próxima temporada.  Por falar em experimentalismos, acham que Marco Silva tem um perfil muito diferente de Paulo Fonseca? Eu não acho. Será novamente um risco como foram as apostas nos últimos três treinadores contratados. Já vimos que funcionou em dois terços das vezes, mas não funcionou c

Ainda à espera

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Não me vou alongar nos comentários a este resultado. É um claro adeus ao Tetra e é até penoso que o seja num jogo em que chegámos a estar a vencer por 0-2. Poderia falar do quanto me custa que Abdoulaye seja titular, da já habitual bipolaridade dentro do jogo, das tremideiras defensivas, do momento tenebroso de forma de alguns dos nossos melhores jogarores como Alex Sandro ou do pouco aproveitamento que se fez do 'boost' emocional da passagem à eliminatória seguinte na Liga Europa. Na verdade, apenas queria dizer que continuo à espera que se faça alguma coisa quanto ao comando técnico da equipa. Enquanto tal não acontecer considero qualquer resultado ou exibição possíveis e acho inevitável que as vantagens vão continuar a ser desperdiçadas e que as nossas hipóteses nas competições se vão esfumar umas atrás das outras. Haja respeito pelo que construímos ao longo dos anos e haja o bom senso de assumir que temos de começar já a preparar o próximo campeonato. Uma equipa em