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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2019

Banco bom

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O grande destaque desta noite foi o resultado que nos deixa muito perto do Jamor. Mas importa destacar o nosso banco de suplentes: Iker, Maxi, Militão, Danilo, Brahimi, Soares e Marega. Tanto talento e tantos títulos num só banco de suplentes. Se há uns meses perguntassem se seria possível ganhar 3-0 ao Braga, com um onze que não incluísse estes jogadores, alguém acreditaria? Esta tem sido uma das grandes vitórias de Conceição. Tem demonstrado uma capacidade de inventar soluções que é absolutamente invulgar. Já sabemos que não é um treinador que goste muito de rotações e de poupanças, mas a verdade é que as segundas linhas aparecem quando são necessárias e Conceição é capaz de os manter preparados e  motivados.  É óbvio que os dois golos, que nos deixam bem perto da final, vieram do banco. Mas a exibição do onze inicial foi bastante sólida perante um adversário difícil que se apresentou no Dragão com mais cautelas do que as que vinha demonstrando nos anteriores jogos com os gra

2019.02.26. Basculação Highlights...

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2019.02.26. Neste Dia - FC Porto 5-0 Farense (30 Anos)...

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🗓1989.02.26 🆚 Farense 🏟 Estádio das Antas 📖 Dragões Diário: "Há 30 anos, nas Antas, Domingos, o jogador natural de Leça da Palmeira foi a grande figura da receção ao Farense, assinando o primeiro hat-trick da carreira. Everton e Branco fecharam a goleada por 5-0.  

Regresso

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Foi apenas o terceiro jogo no Dragão em 2019. Três em doze jogos... Mas não vos vou maçar outra vez com a questão do calendário. Apenas vou repetindo, porque parece que o problema é só o Oliver ou o Militão à direita ou a gestão física do Conceição. Há vários fatores e o calendário complicado tem sido um dos tem tido mais influência. Outro dos factores tem sido o constante azar com as lesões. Nos últimos quatro jogos perdemos três titulares por lesão. E apenas Marega parece ter uma lesão que pode resultar de excesso de carga de jogos. Para ajudar, não vamos ter Soares em Tondela... Isso tem obrigado Conceição a procurar soluções. Primeiro testou o reforço do meio campo com Oliver, Herrera e Danilo. Empatámos em cima do apito e com uma segunda parte bem fraca. Em Roma, testou a substituição direta com Fernando Andrade no lugar de Marega. Não funcionou e tivemos uma primeira parte paupérrima em termos ofensivos. Ontem tivemos Corona a jogar próximo de Soares. Confesso que me pare

Stayin’ Alive

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Globalmente, não foi famoso o regresso do FCPorto à Champions League. Desde logo, terminou uma série fantástica de invencibilidade. Pelo meio houve vários jogos de Champions League e vários jogos com os candidatos ao título e com todo o top 10 do nosso campeonato. Esta série não foi fruto de um calendário favorável. Antes pelo contrário! Isto demonstra a solidez que a equipa tem demonstrado. Mas, se havia jogo onde seria mais provável que a invencibilidade caísse era um jogo de oitavos de final da Champions, em casa de um adversário que joga num campeonato bem mais competitivo e que tem um orçamento várias vezes superior ao do FCPorto.  E isso notou-se? Bem… A resposta é um ‘nim’. Por um lado, o FCPorto foi capaz de disputar o jogo até ao final, tendo até acabado em cima do adversário. Recordo que, após o golo de Adrian Lopez, a Roma tinha todo o interesse em procurar novo golo, visto que o 2-1 é bastante perigoso para abordar uma segunda mão no Dragão. Pois tinha todo o intere

Crise?

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Obviamente que sim! Perdemos 6 pontos em 5 jornadas para dois dos nossos adversários directos. Não há como negar. Ambos estão mais perto depois de eles próprios terem recuperado das suas mini-crises. Há duas semanas dizia aqui que duas vitórias em Guimarães nos deixariam muito bem posicionados para o Bi. Dois empates mais tarde, a perspectiva mudou. Não estaremos tão bem posicionados como estávamos há um mês, mas estamos melhores que qualquer adversário. Importa saber como vamos reagir.  E para reagir temos de perceber que há duas grandes causas para esta quebra de rendimento. A primeira é o calendário/cansaço. Poderão dizer que grande parte dos nossos adversários também tiveram este problema, mas o nosso tem sido especialmente complicado. Jogámos fora de casa 4 vezes nas últimas 5 jornadas e, desses 4 jogos fora, 3 foram em casa do 4º, 5º e 6º classificados. Justamente onde perdemos pontos. Em todos estes jogos poderíamos/merecíamos ter trazido outro resultado. E aqui entrá

Finalização

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«Há jogos assim... A bola não quis entrar... O melhor jogador deles foi o guarda redes... Podíamos estar ali mais uma hora, que a bola não iria entrar... Faltou o toque final...». Já conhecemos todas as frases habituais após estes jogos de sentido único. Nenhuma ajuda a fazer com que a digestão seja melhor. Mais que frases de circunstância, importa ter o discernimento de procurar motivos além da escapatória da falta de sorte. Proponho-me a dar uma ajuda. Comecemos pelo adversário. Se há um mérito que se tem de dar a este FCPorto de Conceição é que até Luís Castro muda a sua maneira de jogar, quando nos defronta. Foi um Vitória bem mais próximo do Boavista, do que o habitual (eu sei que eles irão detestar esta comparação). Mas se Benfica e Sporting o fazem, porque não havia de fazer Luís Castro? Sérgio tem-se vindo a queixar que todos os treinadores adaptam a sua equipa à forma de jogar do FCPorto, ou ao que eles pensam que é a melhor forma de nos travar. Ou aparecem 3 centrais,