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Tudo na mesma

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Pode parecer má vontade, mas não considero que o problema esteja sequer perto de estar resolvido. A emoção que o jogo transmitiu foi muita e saborosa, mas não permite esquecer que este jogo foi resolvido pura e simplesmente no factor emocional. Por muito saboroso que seja este empate, nesta altura em que a equipa estava 'de rastos', não convém esquecer que conseguimos sofrer 5 golos de uma equipa muito inferior à nossa. A nossa superioridade não pode ficar marcada apenas pelo querer. Temos que ser melhores tecnicamente, fisicamente,  na pressão, no passe, na concretização, na qualidade! Tudo isso nos separa o Eintracht mas não se viu. E mesmo o aspecto emocional, não é propriamente um fenómeno tão elogiável como eu gostaria. Seria bem melhor que, perante os últimos dois jogos, a equipa entrasse no jogo para mandar! Uma reacção com organização e em equipa. O que se viu foi uma desinspiração inicial, uma depressão entre os dois primeiros golos sofridos e finalmente uma reacçã...

Werder Bremen 0-5 FC Porto (93-94)...

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Quando fomos espetar 5 a casa do campeão alemão...

Esperar até a decisão ser fácil

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Quem costuma parar por aqui sabe que não sou dos que pede a cabeça dos treinadores de ânimo leve. É raro fazê-lo, e normalmente só o  faço no fim das épocas desportivas e com o balanço a suportar a decisão. Não diria que é uma originalidade minha visto que, no FCPorto, isto é regra. Tal não implica que é receita única de sucesso. Eu sei que é difícil perceber ou até admitir que se errou na escolha do treinador. Sobretudo vindo de alguém que pode dar aulas sobre como gerir relações com treinadores e como escolhê-los. Mas parece que estão à espera do momento em que já não têm outra alternativa... Esta relação com Paulo Fonseca vem mostrar um claro defeito nos nossos dirigentes: a demasiada implicação com o treinador escolhido. Eu sei que isto normalmente é uma virtude, mas é muito nocivo quando a escolha do treinador falha. Paulo Fonseca é um óptimo exemplo de como isto pode correr mal. Com a carta branca que lhe demos perderemos provavelmente o campeonato e é bem possível que a...

FC Porto 8-0 Estoril (83-84)...

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Na recordação da semana é para ver essencialmente golos, jogo que ainda contou com um penalty falhado do Bi-Bota, o qual, mesmo assim fez um hattrick... trata-se do último jogo do campeonato da época 1983/84 que antecede a final da Taça das Taças em Basileia... No Estoril, destaque para o facto do treinador adjunto se chamar Carlos Queiroz e o preparador físico Nelo Vingada... Contava ainda nas suas fileiras (dentro das quatro linhas) com o Engenheiro do Penta, Fernando Santos...

FC Porto 5-0 Estoril (91-92)...

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Notas: - Cueca de Tozé logo no primeiro lance do resumo... e depois um golo de chapéu a fechar as contas... mas um chapéu com muita classe... - O guarda-redes do Estoril (Dú) aparece sempre mal na fotografia... pelo menos nos três primeiros golos fica essa nota... - Ai aquela barriguinha do árbitro... nos dias de hoje já não tinha perfil para a primeira Liga... agora é preciso ter style e colocar gel no cabelo... - Minuto 3:50... imperdível o falhanço do Kostadinov... tantas vezes crucificado o nome de Paulinho César quando surgem lances deste género, mas o búlgaro também teve destas coisas... - O Couto e aquelas piruetas que permitiu a expulsão (mais do que justa, mesmo sem as cambalhotas) do velho conhecido boliviano Erwin Sanchez... - Aquele Dú era mesmo jeitoso... - Baía a desviar com os olhos... 3:36s... - Notas da equipa do Estoril... treinador Fernando Santos, o engenheiro do penta... e jogadores como o referido Sanchez, Hélder ou Mladenov no plantel...

Factor casa

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Alguns julgavam que poderia ser um jogo para levantar a moral da equipa. Isso até me ocorreu, mas bastaram uns minutos de jogo para perceber que isso não ia acontecer. Nada é fácil para este FCPorto. Nem mesmo manter uma vantagem de dois golos perante o seu público, contra uma adversário banal, na segunda competição europeia... O factor casa tornou-se num bom medidor da maturidade das equipas. A capacidade que demonstram de impor o seu jogo e de aproveitar o apoio dos seus adeptos. Esta campanha europeia não tem paralelo na sua vertente de jogos em casa. Arriscámo-nos a sair das duas competições sem uma vitória em casa! E nem sequer defrontámos um único tubarão europeu. O jogo de ontem foi dos que custou. Custa-me perceber que uma equipa tão limitada consiga mandar no jogo durante tanto tempo. Basta uma jogada para a defesa se intranquilizar. O mais difícil estava feito. Dá para explicar a fraca segunda parte que fizemos? O 2-0 não caiu do céu. Houve outras oportunidades. Mas c...

FC Porto 2-1 Hamburger SV (89-90)...

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O meu primeiro jogo europeu... com apenas 9 anos e às 21h30m de uma quarta-feira... outros tempos... na memória ficou o penalty escandaloso não assinalado já na segunda parte que podia ter dado o acesso à eliminatória seguinte da Taça Uefa... vi o jogo na superior sul, como quase sempre, junto das redes e, parando de vez em quando, para dar uns pontapés numa garrafa de água que andava lá pelo chão como tantos outros putos faziam nessa altura... o lance do penalty é na baliza onde estava, daí a memória visual desse lance e a primeira eliminação injusta europeia que presenciei...     Baía a trabalhar no duro num relvado que mais parecia um peladão...